segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Rafael Nadal continua busca pelo topo do ranking em Pequim

O ATP 500 de Pequim (CHN) começa nesta segunda-feira com todas as atenções voltadas para o espanhol Rafael Nadal. Atual vice-líder do ranking mundial, ele pode retornar ao topo da lista após a disputa na China.
Nadal tem 10.860 pontos na atual relação, enquanto o líder Novak Djokovic soma 11.120. Para tirar os 260 de diferença do sérvio, o espanhol conta com a vantagem de não ter disputado o torneio de Pequim no ano passado, quando estava lesionado. Por conta disso, ele somará 500 pontos caso fique com o troféu, enquanto Djokovic, atual campeão, defende os pontos conquistados no ano passado.
Com este cenário, basta para Nadal ser finalista caso queira retomar a ponta do ranking mundial. Mesmo uma derrota para Djokovic na decisão faria com que ele voltasse ao topo da lista.
- Não sei o que preciso para me tornar o líder do ranking, mas única maneira para alcançar este objetivo é jogando o meu melhor - explicou Nadal, evitando fazer cálculos.
E, para jogar o seu melhor em Pequi, o espanhol conta com um fator que vem sendo bastante favorável este ano: o piso. O torneio será disputado no piso duro, superfície em que Nadal ainda não perdeu em 2013.
Este ano, o tenista disputou 22 partidas em quadra rápida e não foi derrotado em nenhuma oportunidade. Ao todo, foram quatro títulos no piso: Masters 1.000 de Indian Wells, Montreal, Cincinnati e o Aberto dos Estados Unidos, último Grand Slam do ano.
Nadal e Djokovic estreiam no torneio chinês nesta terça ou quarta-feira. O espanhol joga contra o colombiano Santiago Giraldo (89º). Já Djokovic pegará o tcheco Lukas Rosol (46º).
Quem estreia nesta segunda-feira é o veterano alemão Tommy Haas (13º), de 35 anos, que enfrenta o australiano Lleyton Hewitt (57º), de 32 anos.
Torneio feminino começou mais cedo
O WTA de Pequim começou mais cedo e teve disputas já neste final de semana. A surpresa ficou por conta da eliminação da bielorrussa Victoria Azarenka. A vice-líder do ranking mundial e atual campeã do Aberto da Austrália perdeu para a alemã Andrea Petkovic (43ª) por 2 sets a 1 (6-4, 2-6 e 6-4).
Azarenka também já tinha sido eliminada na estreia do WTA de Tóquio, na semana passada, Na ocasião, ela caiu para a americana Venus Williams (63ª).
E por falar em Williams, a irmã mais nova de Venus e líder do ranking Serena Williams venceu na estreia em Pequim. A atual campeã do Aberto dos Estados Unidos e da França derrotou a russa Elena Vesnina (24ª) por 2 sets a 0 (6-4 e 6-2).

Fonte: http://esportes.terra.com.br/tenis/rafael-nadal-continua-busca-pelo-topo-do-ranking-em-pequim,a27ea84befb61410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Nadal encara quali na estreia e Djokovic pega Rosol

Pequim (China) - Em seu primeiro torneio desde o título no US Open, o espanhol Rafael Nadal vai abrir campanha no ATP 500 de Pequim contra um atleta vindo do qualificatório. Cabeça de chave número 2, o canhoto de Mallorca coloca em jogo sua invencibilidade em quadras duras nesta temporada, em que somou 22 triunfos neste piso.

Na outra ponta da chave, o sérvio Novak Djokovic, principal candidato ao título no torneio chinês, tem estreia marcada contra o tcheco Lukas Rosol. Já na fase seguinte, o líder do ranking deve ter seu primeiro canhoto espanhol pela frente, encarando Fernando Verdasco, que inicia sua caminhada diante de um atleta vindo do quali, assim como Nadal.

O suíço Stanislas Wawrinka, sexto pré-classificado, tem tudo para pintar no caminho de "Nole" nas quartas de final. Pelas semifinais, quem deve aparecer pela frente do sérvio é o francês Richard Gasquet, quinto favorito, que estreia contra o alemão Florian Mayer. Também pode encarar Djokovic na semi o espanhol David Ferrer, cabeça 3, cuja estreia será com o canadense Vasek Pospisil.

Líder do ranking, Djokovic pode ser ultrapassado por Nadal dependendo da campanha de ambos em Pequim. Ele precisa do título em Pequim para não perder o número 1 para o espanhol que em qualquer outra combinação de resultados vai reassumir a ponta. Em sua caminhada, depois do quali na estreia, o canhoto de Mallorca não deve enfrentar problemas até as quartas.

Nesta fase, o espanhol pode encarar o veterano alemão Tommy Haas e tem possibilidade também de duelar com outro experiente rival: o australiano Lleyton Hewitt. Nas semifinais, os adversários mais perigosos são o tcheco Tomas Berdych, cabeça de chave número 4, e o norte-americano John Isner, correndo por fora o búlgaro Grigor Dimitrov.

Fonte:  http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/22662/Nadal-encara-quali-na-estreia-e-Djokovic-pega-Rosol/

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Estilo de Nadal é melhor de se aprender, diz Toni

Madri (Espanha) - Toni Nadal acredita que os treinadores devem recomendar aos seus BATennis, o tio de Nadal comentou que tentar "imitar" Roger Federer é muito difícil, portanto, é melhor seguir os passos do espanhol.
pupilos o estilo de jogo de Rafael Nadal. Em entrevista ao site argentino

"É melhor ensinar um jogador a ser como Rafael do que ser como Federer. Jogar como Federer é muito difícil", afirmou Toni. "Se você coloca o Federer como espelho, ele dificilmente vai chegar lá. Melhor que coloque alguém mais acessível como Rafael".

O fundamental do 'estilo Rafa', segundo Toni, é jamais se acomodar. "Sempre dei mais importância à informação do caráter do que à formação técnica em si. Você pode demorar duas horas para aprender algo que eu aprendo em 14. Mas se você treinar uma hora e meia e eu treinar 14, eu ganho de você", disse.

"Tinha um menino, um dos primeiros que treinei, que pensava que seria muito bom. Sabia fazer tudo bem. Mas me dei conta de que ele não poderia ser tão bom porque sua cabeça não suportava cinco ou seis erros seguidos", lembrou Toni.

Mesmo após um bom desempenho de Nadal no serviço durante o US Open, Toni não avalia tão bem este fundamento do sobrinho. "Uma das grandes virtudes de Rafael é que ele continua achando que vai melhorar seu saque. Faz 15 anos que ele saca mal, mas segue experimentando coisas novas para ver se fica bom".

Fonte: http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/22526/Estilo-de-Nadal-e-melhor-de-se-aprender-diz-Toni/

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Organização anuncia Rafael Nadal no Rio Open em 2014

A organização do Rio Open, que reunirá no Rio de Janeiro em fevereiro de 2014 um ATP 500 e um WTA Internacional, anunciou nesta terça-feira a presença de Rafael Nada para o torneio.

Esta será a primeira vez que o Brasil receberá uma competição desse valor no circuito masculino, e o espanhol - atual campeão de Roland Garros e do US Open - também fará sua estreia no Rio.

"Estou com muita vontade de jogar pela primeira vez no Rio de Janeiro. Já escutei muita coisa legal da cidade e agora finalmente vou ter a oportunidade de estar lá. Sempre que jogo mundo afora recebo um enorme carinho dos brasileiros", afirmou Nadal à organização.



Neste ano, após ficar meses afastado das quadras para se recuperar de lesões e treinar, o espanhol participou do Brasil Open em São Paulo, e conquistou o título.

Outro nome de peso já confirmado para o Rio Open é David Ferrer. A primeira edição do ATP 500 no Brasil vai acontecer no Jockey Club entre os dias 15 e 23 de fevereiro de 2014.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Davis pode ter duelos entre Djokovic, Nadal, Murray e Federer em 2014

Primeira rodada do Grupo Mundial pode abrir com Sérvia ou Espanha contra Grã-Bretanha ou Suíça. Brasil joga no Zonal das Américas somente em abril

A Federação Internacional de Tênis (ITF) divulgou nesta segunda-feira a lista de cabeças de chave das divisões da Copa Davis em 2014. No Grupo Mundial, com o retorno da Grã-Bretanha à elite, a primeira rodada pode proporcionar grandes duelos entre membros do chamado "Big Four". A Sérvia, de Novak Djokovic, e a Espanha, de Rafael Nadal, são cabeças de chave e podem enfrentar na estreia, em fevereiro, ou a Suíça, de Roger Federer, ou a Grã-Bretanha, de Andy Murray. Já no Zonal I das Américas - espécie de segundo escalão do torneio - o Brasil, como um dos dois cabeças de chave, jogará apenas em abril. O sorteio dos confrontos será realizado nesta quarta-feira.
No Grupo Mundial, República Tcheca e Sérvia, que disputam o título da edição deste ano da Davis, lideram a lista de cabeças de chave por serem os finalistas de 2013. Os dois países são seguidos pelos mais bem posicionados no ranking da competição: Espanha, Argentina, França, Estados Unidos, Canadá e Cazaquistão. Essas oito equipes saberão na quarta quem pegarão na primeira rodada da competição no próximo ano: Austrália, Bélgica, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Holanda ou Suíça.

No Zonal I das Américas, Brasil e Colômbia, como principais países, não participarão da primeira rodada, em fevereiro. República Dominicana, Equador, Uruguai e Venezuela vão brigar por duas vagas para saber quais as duas equipes que jogarão contra brasileiros e colombianos em abril. Os vencedores destes confrontos da segunda rodada se classificam para a repescagem do Grupo Mundial, em setembro, contra os perdedores da primeira rodada da elite.


Fonte: http://esporte.surgiu.com.br/noticia/109602/davis-pode-ter-duelos-entre-djokovic-nadal-murray-e-federer-em-2014.html

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Após quase 2 anos, Nadal defenderá a Espanha por permanência na elite da Copa Davis

Rafa volta ao time espanhol pela primeira vez desde a final de 2011 contra a Argentina. Completam o grupo de Alex Corretja: Tommy Robredo, Marc López e Fernando Verdasco

Madri (Espanha) - Rafael Nadal, atual número dois do mundo, está de volta ao time espanhol da Copa Davis. O octacampeão de Roland Garros, e que faz uma das mais espetaculares temporadas de sua vida - com nove títulos -, foi convocado pelo capitão Alex Corretja para o confronto diante da Ucrânia em Madri entre 13 e 15 de setembro, válido pela repescagem do Grupo Mundial. 


Corretja confirmou também, nessa segunda-feira, que Tommy Robredo, veterano de 31 anos e que também está "voando" em 2013, Fernando Verdasco e Marc López jogarão a série daqui a 11 dias. A Espanha foi derrotada na primeira rodada do Grupo Mundial frente ao Canadá em fevereiro, mas estava desfalcada de seus principais jogadores (Nadal, David Ferrer, Nicolas Almagro, Verdasco e Feliciano López não jogaram a eliminatória).
Nadal não defendia as cores da Espanha na competição entre seleções desde a final de 2011, quando os ibéricos bateram a Argentina em Sevilla. Na ocasião, Rafa venceu seus dois jogos de simples (contra Juan Monaco e Juan Martin Del Potro).
Sua ausência durante todo esse tempo ocorreu devido à séria lesão no joelho, que tirou Nadal das quadras de junho de 2012 até fevereiro desse ano. 
Quanto aos outros convocados, Robredo regressa ao grupo pela primeira vez desde 2010, enquanto que Verdasco volta ao time após ter disputado também a decisão de 2011. Já López participou da final do ano passado, quando os espanhóis perderam da República Tcheca, e da primeira rodada desse ano contra o Canadá. 
Durante a semanda de treinos no complexo da Caja Mágica, palco da série contra a Ucrânia, vão acompanhar o grupo titular os reservas Pablo Carreño e David Marrero. 

Fonte: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/apos-quase-2-anos-nadal-defendera-espanha-por-permanencia-na-elite-da-copa-davis_10941.html

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Rafael Nadal um Mito do Tênis

Quem imaginava que aquele Rafael Nadal que vimos voltando de lesão no Brasil Open e jogando um tênis bem abaixo das suas capacidades fosse capaz de fazer um 2013 tão mágico, tão espetacular.

Tudo começou com sua volta no Chile, Rafa não era aquele que conhecemos, parecia uma montagem do Tenista que acostumamos a ver, nada mais natural, era o primeiro torneio após oito meses longe. Sua volta no Saibro chileno lhe proporcionou uma dura derrota para Horácio Zeballos.

Rafa então veio para o Brasil, ele parecia se arrastar em quadra, sua performance estava muito abaixo, ganhou "na marra" do Berlocq nas Quartas de Final, e na inteligência do Alund na Semi, pois ele não conseguia achar o ritmo ideal e para piorar joelho estava doendo demais. A final com Nalbandian teve risco de não acontecer pelas dores que sentia, mas no dia da final ele se sentiu melhor e foi para quadra, foi quando fez sua melhor exibição desde sua volta e bateu o argentino com autoridade e foi campeão aqui no Brasil diante de seus fãs e aos gritos de "O CAMPEÃO VOLTOU"

Nadal viajou para Acapulco para jogar um torneio mais complicado, com tenistas melhores e com altitude, e foi no México que  seu Tênis ressurgiu, uma vitória na Semi contra um Almagro inspirado e uma verdadeira Surra no David Ferrer na final marcou de vez a volta de Rafael Nadal ao Tênis. Porém ele jogaria seu próximo torneio em Indian Wells na quadra Dura, piso aonde não é seu predileto e aonde seus joelhos são mais exigidos e ficou uma incógnita será que ele joga esse torneio? e se jogar, como será seu desempenho?

O espanhol resolveu surpreender todo mundo, eliminou o talentoso Ernest Gulbis nas oitavas, eliminou Roger Federer de maneira arrasadora nas Quartas, eliminou Tomas Berdych na Semi e fechou o torneio com chave de Ouro virando um jogo quase perdido contra Juan Martin Del Potro na decisão, foi campeão de Indian Wells para a surpresa de muitos e derrotando especialistas em quadras rápidas.

Nadal decidiu pular o Masters 1000 de Miami para se poupar e se preparou para temporada de Saibro. Monte Carlo ele defendia oito títulos consecutivos, fez um torneio brilhante mas um Djokovic inspirado e se aproveitando de sua melhor forma o derrotou na decisão, essa derrota doeu mas nada que abalasse seu restante de temporada.

 Nadal conquistou então o ATP 500 de Barcelona, vencendo Almagro na decisão com autoridade, Rafa ganhou o torneio sem perder nenhum set e detonando todos adversários, com isso chegou em Madrid confiante que poderia ganhar o Masters 1000 espanhol mesmo se tivesse pela frente o sérvio Novak Djokovic. Rafa quase teve sua trajetória interrompida por David Ferrer mas virou um jogo espetacular e seguiu firme ao título. Djokovic já havia caído para o búlgaro Dimitrov e então Rafa fez a final com o suíço Stanislas Wawrinka. Rafa atropelou na decisão e ganhou mais um Masters 1000 no ano, não restava dúvidas que ele tinha voltado muito bem da lesão.

Faltava o último Masters 1000 no saibro, Roma apontava Rafa como favorito ao título. Gulbis tentou estragar o caminho do espanhol, mas Nadal escapou da eliminação. Ferrer tentou mais uma vez vencer o espanhol e bateu na trave de novo, Rafa seguia firme rumo ao título e enquanto isso Djokovic sua principal ameaça caía diante de Tomas Berdych, com isso Rafa eliminou o próprio Berdych na Semi e detonou o suíço Roger Federer na decisão e mais um troféu foi para sua galeria.

 Chegou a hora de disputar o torneio tão esperado por Nadal: Roland Garros!! Era no Aberto da França que Rafa não queria perder de jeito nenhum, o torneio que o consagrou e que consagra até hoje. O torneio marcava um possível duelo contra Djokovic na semi e o sérvio era o único capaz de bate-lo e Roland Garros  era obsessão dele, pois levantando o troféu na França ele entraria para  um grupo restrito de fantásticos tenistas que conquistaram os 4 Grand Slams (Grupo que Nadal faz parte). Rafa começou o torneio sem jogar bem e avançou no começo com certa dificuldade, com passar dos jogos foi evoluindo e realmente teria o Novak como adversário na Semi. Todo mundo sabia que era uma final antecipada, e o jogo quase matou os torcedores do espanhol e do sérvio do coração, uma batalha memorável decidida com 9/7 no 5º set a favor do rei de Paris e rei do Saibro. Rafa após essa vitória épica detonou David Ferrer na final e se consagrou Octa campeão de Roland Garros.

A grama de Wimbledon reservou uma derrota dura pro Rafa, perdeu na primeira rodada do Slam Londrino para Steve Darcis por 3 sets a 0, daí então Nadal se preparou para os torneios de quadras duras, aonde teria dois Masters 1000 e tão aguardado US Open. Rafa chegou em Montreal jogando muito bem e mantendo seu desempenho surpreendente nas quadras rápidas. E de novo o sérvio Novak Djokovic estava no seu caminho na Semi Final, e em mais uma batalha com o número 1 do mundo, Rafa venceu com 7/6 no terceiro set e chegou a decisão, aonde atropelou o canadense Milos Raonic por duplo 6/2.

Era absolutamente inacreditável o desempenho de Rafa, e com os títulos ele já era o numero 3 do mundo e bem próximo de Andy Murray até então numero 2 do ranking. Em Cincinnati Rafa seguiu impressionante e jogando bem, duelou contra Federer nas quartas, e apesar da grande atuação do suíço, Rafa venceu de virada, na semi venceu Berdych por 7/5 e 7/6 em um jogo muito difícil e para completar seu desempenho fabuloso derrotou Isner na decisão por duplo 7/6, e olha que Isner encheu Nadal de aces e não cedeu nenhuma chance de quebra, mesmo assim o espanhol deu um jeito de ser campeão.

Com titulo em Cincinnati Rafa se tornou o vice líder do ranking e chegou a Flashing Medows com status de favorito para ser Bicampeão do US Open. Ryan Harrison levou de 3 sets a 0 de Rafa na primeira Rodada, o brasileiro Rogério Dutra foi massacrado na rodada seguinte, Ivan Dodig mesmo jogando bem não foi páreo para o incansável espanhol, Kohlschraiber venceu um set e deu muito trabalho mas Nadal com maestria virou, Robredo só foi capaz de fazer quatro games contra um Nadal espetacular e na semi Richard Gasquet também não aguentou o nível do espanhol e levou de 3x0 também. A final era contra ele de novo, Novak Djokovic e o sérvio estava fazendo um grande torneio também, o jogo foi sensacional e digno de decisão e de uma rivalidade esplendorosa como de Rafa x Nole, e no final prevaleceu o tenista que estava sendo genial o ano todo e no torneio inteiro, Rafa venceu Djoko por 6/2 3/6 6/4 e 6/1 e consagrou Bicampeão do US Open.

O ano não acabou e Rafa só está a 120 pontos da liderança do Ranking, inevitável o espanhol assumir a mesma. 13 torneios jogados, 12 finais e 10 títulos. Mias impressionante que isso é Rafa não ter sido derrotado na quadra dura, ter conquistado dois Grand Slam e ter ganhado 5 masters 1000 tendo disputado 6, números de um gênio.   


credito da imagem: usopen.org

Por: Derick Vieira


Nadal supera Djokovic em batalha e é bicampeão do US Open

Rafael Nadal, número dois do mundo, afiou as garras e se consagrou bicampeão do US Open na noite desta segunda-feira ao superar seu principal rival, Novak Djokovic, líder do ranking em uma grande e emocionante final no Arthur Ashe Stadium. Foto: USOpen.org

Nadal superou o sérvio por 3 sets a 1 com parciais de 6/2 3/6 6/4 6/1 após 3h19min de batalha de nervos.

Rafa alcança sua 13ª conquista de Grand Slam, repetindo o feito de 2010 quando venceu o US Open, se vingando da derrota no ano seguinte para Djokovic que permanece com seis conquistas.

O espanhol ergue também seu 60º troféu na carreira, décimo em uma temporada espetacular onde disputou 13 torneios e fez 12 finais. Em 2013 ele venceu 60 jogos em 63 partidas e derrota osérvio pela terceira vez em quatro partidas.

Nadal agora soma oito conquistas em Roland Garros, duas em Wimbledon, duas no US Open e uma no Australian Open.

O jogo

Na primeira etapa games muito longos no início com grandes trocas. Nadal conseguiu a quebra com winner de forehand para abrir 3/1 após sair de 0/30. O espanhol conseguiu elevar ainda mais o nível para fazer 5/2 com toquinhos e erro do sérvio. Após sair de outro 0/30 ele fechou por 6/2 em 42 minutos.

No segundo set Nole conseguiu uma quebra em um ponto espetacular no sexto game após 54 trocas de bola. Em seguida cansou mentalmente, cometeu erros e Nadal devolveu. Após longo game, Nole chegou em deixada de Rafa e rompeu de novo fechando por 6/3 após 58 minutos.

A terceira etapa foi o divisor de águas. Djokovic começou confiante a terceira etapa comandando os pontos e quebrando para ter 2/0. Ele teve chances de ampliar a vantagem, mas Nadal reagiu, confirmou na dificuldade. O espanhol então virou o jogo para 4/3 após erros e deslizes do sérvio. Rafa então novamente se livrou de situação complicada levantando game de 0/40 no 4/4. No seguinte Nole abriu 30/0, mas viu Nadal virar e vencer o set com paralela sensacional para fechar por 6/4 em 1h01min e vibrar muito.

No quarto set, Djokovic teve dois breaks no primeiro game, Nadal salvou, confirmou, conseguiu a quebra, abriu 3/0 e a partir daí a cabeça do sérvio foi embora. Ele confirmou apenas o quarto game, depois errou bolas fáceis, passadas tranquilas, perdeu o saque de novo e jogou direita na rede para perder por 6/1. Nadal ficou deitado em quadra vibrando com o caneco.  


Fonte: http://tenisnews.band.uol.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=56930

Nadal bate Djokovic, bi do US Open dá 13º Slam

Nova York (EUA) - Rafael Nadal ainda não é o número 1 do mundo, mas consolidou sua
posição como melhor jogador da atualidade ao conquistar o bicampeonato no US Open. O espanhol derrotou o sérvio Novak Djokovic com parciais de 6/2, 3/6, 6/4 e 6/1 , levando seu 13º título de Grand Slam e 60º da carreira.

Com 13 troféus, Nadal está isolado como terceiro maior vencedor de Slam da Era Aberta. Acima dele estão o já aposentado norte-americano Pete Sampras, com 14, e o suíço Roger Federer, com 17. Apenas em 2013, o espanhol conquistou dez títulos e segue invicto na quadra dura, fazendo a "tríplice coroa" no Canadá, em Cincinnati e em Nova York. Andy Roddick havia sido o último a ganhar os três eventos, há 10 anos.

Como de costume, Nadal e Djokovic fizeram uma partida com ralis longos e espetaculares nos três primeiros sets. O primeiro a quebrar o saque foi o espanhol, no terceiro game. Nadal aumentou a vantagem para 5/2, preparando os pontos com muita inteligência e geralmente definindo com o forehand na paralela.

Djokovic melhorou no segundo set e teve a primeira chance de quebra em 1/1. O grande momento do sérvio no jogo foi no sexto game, quando venceu um incrível rali de 54 bolas e abriu 4/2. Apesar de ter perdido o saque logo na sequência, Djokovic aproveitou o momento de oscilação de Nadal e quebrou outra vez para fechar o set.

Ainda abalado, Nadal cedeu a quebra no primeiro game da terceira parcial. Djokovic comandava os pontos e acertava as linhas, enquanto o espanhol recuava seu posicionamento. 
Mesmo assim, o espanhol conseguiu o empate em 3/3. Em 4/4, Nadal mostrou grande força mental e salvou três break-points para confirmar o serviço, para depois quebrar Djokovic e garantir mais um set.

O sérvio não converteu mais dois break-points no início do quarto set e acabou sendo quebrado no game seguinte. Até o fim da partida, Nadal cresceu de rendimento e Djokovic não teve mais forças para reagir. Após o último ponto, Nadal caiu em quadra para comemorar seu segundo título em Nova York.

Foi o 37º duelo entre Nadal e Djokovic (maior rivalidade da Era Aberta), com a 22ª vitória do espanhol. Em Slam, o canhoto tem vantagem de 8 a 3 (2 a 1 em finais do US Open). Esta foi a quarta decisão consecutiva de Djokovic em Nova York, que foi batido duas vezes para Nadal e uma para Andy Murray. Djokovic perdeu a sexta de 12 finais de Slam, enquanto Nadal atinge um excelente aproveitamento de 13 triunfos e cinco derrotas.

Assim como Serena Williams, Nadal recebeu a maior premiação da história do tênis, US$ 3,6 milhões, pelo título no torneio e em toda a US Open Series. Já Djokovic embolsará US$ 1,3 milhão. No ranking, o espanhol ficará a apenas 120 pontos do sérvio, sendo que abrirá mais de 3 mil na lista que conta só os resultados de 2013.

Fonte: http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/22355/Nadal-bate-Djokovic-bi-do-US-Open-da-13-Slam/

Rafael Nadal derrota Novak Djokovic e conquista o US Open pela segunda vez

Espanhol faturou ainda o 13º título de Grand Slam e o décimo troféu na temporada

 Rafael Nadal segue reinando absoluto na temporada. Para coroar o brilhante ano, o espanhol faturou, nesta segunda-feira, o seu segundo título do US Open (2010 e 2013) ao derrotar na final o sérvio Novak Djokovic por 3 sets a 1, parciais de 6/2, 3/6, 6/4 e 6/1, em 3h21 de partida.

Além de levantar pela segunda vez o troféu do US Open, Rafael Nadal faturou o seu 13º título de Grand Slam (apenas quatro atrás do suíço Roger Federer, que é o recordista), ganhou o décimo torneio na temporada e o 60º na carreira.

No retrospecto contra Novak Djokovic, Rafael Nadal aumentou a vantagem para 22 a 15. Em finais entre os dois tenistas, o espanhol agora vence por 9 a 8.

O primeiro set começou com Rafael Nadal quebrando Novak Djokovic logo no terceiro game. O espanhol repetiu a dose no sétimo e não teve problema para fechar em 6/2.

No segundo, o sérvio, após 54 trocas de bola, ganhou o serviço do espanhol no sexto game. Rafael Nadal devolveu a quebra em seguida, mas Novak Djokovic “deu o troco”, fez 5/3 e sacou para empatar a final: 6/3.

Embalado pela vitória na parcial anterior, Novak Djokovic iniciou o terceiro set quebrando Rafael Nadal, abriu 2/0 e depois 3/1. No sexto game, entretanto, o espanhol deixou tudo igual, saiu de 0/40 no nono e quebrou o sérvio no décimo game para vencer de forma sensacional o set por 6/4.

No quarto set, completamente abalado pela derrota na parcial anterior, Novak Djokovic foi presa fácil para Rafael Nadal. O espanhol abriu logo 3/0, ampliou a vantagem para 5/1 e comemorou o segundo título do US Open fazendo 6/1.


Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2013/09/09/tenis/rafael%2Bnadal%2Bderrota%2Bnovak%2Bdjokovic%2Be%2Bconquista%2Bo%2Bus%2Bopen%2Bpela%2Bsegunda%2Bvez.html